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Ex- secretário de Chapada é investigado por compras superfaturadas

Denuncia aponta compras superfaturadas de placas de trânsito no município.

28/07/2020 09h32Atualizado há 2 semanas
Por: Luciana Bonfim
Fonte: Com informações Isso é Notícia

Luiz Paulo Siqueira da Silva,  ex-secretário de Finança de Chapada dos Guimarães, é investigado pelo Ministério Público Estadual (MPE) por suspeita de compras superfaturadas de placas de trânsito no município.

 Leandro Volochko, Promotor de Justiça da cidade, abriu inquérito.

Segundo apurou site Isso é Notícias, uma denúncia feita por um cidadão que pediu anonimato apresentou documentos que mostram indícios de que o ex-secretário estaria envolvido em um esquema de desvio de dinheiro público consistente em superfaturar notas fiscais de compras de placas de sinalização de trânsito. 

O promotor narrou que Luiz Paulo negou ao MP todas as acusações e sugeriu que se procedesse a contagem das placas implantadas tal como está no plano de sinalização. O ex-secretário diz que as placas foram compradas por preço abaixo de mercado.

Entretanto, o promotor destacou que, após analisar os documentos, empenhos e notas fiscais percebeu que há diferenças entre o número de placas previstos no plano e o número comprado. 

Ele citou, como exemplo, um dos tópicos do plano que previa a compra de 24 placas "PARE", mas foram compradas 38. 

"Neste diapasão, encontro fundamentos para se aprofundar melhor na investigação sobre o possível super faturamento na compra das placas de sinalização e, por tal motivo, defiro a instauração de inquérito civil o que faço com fulcro no art. 8º, da Resolução n. 052-2018 do Conselho Superior do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (CSMP-MT)", determinou o promotor na portaria que instaurou a investigação. 

O promotor determinou a contagem de todas as placas da cidade para elaboração de relatório minucioso e fotográfico e oficiou a Secretaria Municipal de Obras para que preste informações. 

O MP quer ver  o termo de referência da contratação e saber quais os motivos que levaram o plano de sinalização a apresentar o quantitativo de placas em metros quadrados e não em unidades.

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