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PANDEMIA

A covid continua a fazer vítimas

Apesar de vacinada, moradora de Chapada dos Guimarães veio a óbito

15/09/2021 13h21Atualizado há 5 dias
Por: Laura Matos Lucena
Fonte: Laura Matos Lucena
Foto: Arquivo Facebook
Foto: Arquivo Facebook

Mesmo com a queda do número de casos da convid-19, Chapada dos Guimarães registra óbitos, não deixando dúvidas quanto à circulação do vírus e o perigo que isso representa, inclusive, para os já vacinados com duas doses. Dentre os rostos da pandemia na cidade, muitos foram os que se posicionaram nas redes sociais lamentando o falecimento da empresária do ramo de padaria Suzeth Suely Amorim de Carvalho (11.09.2021).

A empresária foi internada no Hospital Metropolitano de Cuiabá no dia 25 de agosto. Quatro dias depois foi entubada. E mesmo vacinada duas vezes, não resistiu. Muito querida na cidade, ela participava de campanhas contra a fome. Apaixonada pela família, em especial pelos netos, Suzeth foi uma mulher de fé, determinada e disposta a sacrificar-se pela família.

“MINHA irmã amada! Agradeço a Deus por ter me dado a oportunidade de passar momentos lindos o seu lado. Te admirava tanto pela mulher guerreira que foi. 

Te amo minha irmã Suzeth e para sempre vou te amar. Descanse em paz”, lamentou a irmã Sandra Regina Amorim em rede social.

O filho Júnior Carvalho postou: “Agradeço todos os dias pelo privilégio que Deus me concedeu de ser seu filho, Mãe a senhora deixou um legado extraordinário e inquestionável, nossa guerreira, exemplo de perseverança, foi resiliente em vários momentos da nossa vida”.

“Faz parte da vida humana os mais velhos partirem antes… Mas quando deixa de ser apenas frase nos custa muito acreditar na realidade, descobri que não tem como estar preparada para viver essa dor que corta a alma e dilacera o coração”, disse Brenda Carvalho, para quem Suzeth foi mãe e avó.

VACINA PROTEGE

A morte de pessoas que tomaram duas doses de vacina, provocou nas redes sociais uma série de questionamentos sobre a eficácia das vacinas contra a Covid. Entretanto, desde o início da imunização, a população tem sido informada de que, embora sejam muito eficientes para evitar casos graves da doença, nenhuma das vacinas oferece 100% de proteção. 

As autoridades em saúde alerta que os vacinados não podem deixar de lado as outras medidas de prevenção, como distanciamento social e uso de máscaras. A eficácia de uma vacina depende de fatores individuais (a capacidade de um organismo de desenvolver anticorpos) e de fatores coletivos. 

Quanto mais pessoas vão sendo imunizadas, mais barreiras o vírus encontra e a transmissão vai se reduzindo. Ou seja, os brasileiros só poderão baixar a guarda quando a vacinação tiver alcançado quase todo o público-alvo. A Organização Pan-Americana de Saúde aponta como ideal para o fim da pandemia uma taxa de 90% da população imunizada.

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