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CENÁRIO DE CINEMA

Longa-metragem “Beatriz Vira-Folhas” é gravado em Chapada dos Guimarães

Grande parte das cenas do filme foi gravada durante 10 dias em Chapada

26/10/2021 09h34Atualizado há 1 mês
Por: Luciana Bonfim
Fonte: DA ASSESSORIA
Foto: Da assessoria
Foto: Da assessoria

A equipe de produção do longa-metragem “Beatriz Vira-Folhas”, da diretora e roteirista Samantha Col Debella, e do diretor de Fotografia, Marcelo Biss, finalizou as gravações em Chapada dos Guimarães e agora segue na Capital, com previsão de lançamento no primeiro semestre de 2022.  O filme conta a história de Beatriz (Bea), uma menina de 10 anos que se muda com a família da capital para uma pequena cidade do interior, Aventino, quase no final do ano letivo. 

Ela mora com os pais e o avô com Alzheimer. Contrariada com a mudança e determinada a não fazer amigos na nova escola, Bea encontra num concurso municipal a possibilidade de viajar para a capital e reencontrar sua melhor amiga, Clara. O problema é que a única vaga disponível é na modalidade leitura e redação, e ela detesta ler, mas com o apoio do avô resolve tentar e vai precisar fazer peripécias para concluir a inscrição. Nessa trajetória, Bea vai descobrir os livros e a magia das histórias pelas mãos da severa bibliotecária, Irmã Lourdes, uma freira de 75 anos a quem Bea vai ter que enfrentar para provar todo o poder da sua imaginação. 

Os principais personagens do filme são: Bea, vivida pela atriz Ana Bárbara Barreto Dalcin; Clara, melhor amiga de Bea, vivida pela atriz Brisa Soto; Avô Alberto, interpretado pelo ator Edilton Ramos; o pai, Beto, vivido por Romeu Benedicto; a mãe, Ana, interpretada pela atriz e preparadora de elenco, Ligia Prieto; e Irmã Lourdes, papel desempenhado pela atriz nacional Regina Sampaio. 

As gravações do longa-metragem “Beatriz Vira-Folhas” iniciaram no dia 4 de outubro em Cuiabá. Grande parte das cenas do filme foi gravada durante 10 dias na bucólica cidade de Chapada dos Guimarães. Os processos de pré-produção, produção e pós-produção, montagem e finalização serão realizados num período de oito meses. O longa-metragem é uma realização da Molêra Filmes e da Cafeína Conteúdos e envolve 200 empregos diretos e indiretos. 

“Beatriz Vira-Folhas” é dirigido pela roteirista Samantha Col Debella, publicitária e amante dos livros desde criança. “Dizem que todas as histórias têm um quê de biográficas porque o autor sempre coloca um pouco de si nos personagens e no mundo ficcional que constrói para os livros e filmes. Beatriz Vira-Folhas é uma prova de que isso funciona, pelo menos comigo. Aprendi a ler aos três anos de idade num processo de osmose, já que minha mãe, professora, dava aula particulares em casa e sempre me deixava por perto”, relata. 

A produtora executiva do longa-metragem, Bárbara Varela conta que a escolha de gravar boa parte das cenas na Chapada se deve ao fato de que a história da menina Beatriz conta a mudança da capital para uma pequena cidade do interior, “por isso era necessário gravar numa cidadezinha, um cenário que encontramos em Chapada dos Guimarães. Algumas cenas foram gravadas na praça e em imóveis públicos, como a Câmara Municipal. A fachada da escola foi montada ao lado da Igreja Nossa Senhora de Santana. 

As gravações em Chapada dos Guimarães atraíram muitos moradores, como o prefeito Osmar Froner de Melo. “Beatriz Vira-Folhas vai levar os cenários histórico e de paisagem de Chapada para o Brasil e o mundo e beneficiará o turismo local e a economia da cidade. Estamos muito felizes com a escolha do município para ser o cenário de boa parte do filme”, disse.

 Bárbara Varela diz que Beatriz Vira-Folhas é um projeto de poucos recursos e por isso exigiu muito planejamento e otimização dos recursos. “Foi um grande aprendizado para a produção. Ainda assim conseguimos gerar empregos e movimentar a economia local”, disse. Barbara comentou que Beatriz Vira-Folhas é uma obra universal, que dialoga com qualquer pessoa em qualquer lugar do mundo. “O interessante é que conseguimos manter as nossas características em um filme sem fronteiras”, concluiu. Informou ainda que todos os profissionais envolvidos no set de filmagem foram vacinados e trabalharam com máscara, com exceção dos atores durante as filmagens.

O diretor de fotografia, Marcelo Biss lembra que o longa-metragem se passa na década de 80 e por isso “a fotografia é muita colorida. Com a direção da Samantha o filme é suave, determinado, inteligente, como ela”. Biss reforça que foi preciso estudar algumas referências de filmes infantis e no final “realizamos uma obra que tem a nossa cara”, explicou. Marcelo contou que 80% da equipe de produção e direção do longa-metragem é feminina e jovem. “Foi um prazer trabalhar com pessoas que demonstraram muita competência e simplicidade, fazendo com que o set de filmagens tivesse muita harmonia”, finalizou.

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